sábado, 19 de maio de 2012

Calendário

Um dia tomei uma decisão: marcar no calendário um x para cada dia que se iniciava.Coisa um tanto sem nexo, eu sei. Mas, a partir daí, vi o quanto estava passando depressa o tempo de minha vida. O calendário é a marcação inexorável do que vai ficando no passado.
Que dia é hoje?
É mais um dia que vai passar igual aos que se foram, não importa o que se possa inserir nele de bom ou de mau. Não importa se fomos felizes ou passamos por maus pedaços, se colocamos no cofre da vida uma esmeralda de boas ações ou tijolos de imcompreensão. Ele passará. E com ele seguirá um pouco de nossa história, quer seja construtiva ou não.
De que vale conquistar mundos como Alexandre, defender direitos como Gandhi, tentar melhorar os homens como João XXIII. De que adianta uma midia poderosa que constrói ou destrói mundos de pessoas em minutos. De que vale internet, telefone, máquinas infernais que nos levam a estar presentes ao mesmo tempo em todo o planeta.
De que vale isso tudo, se daqui a pouco o calendário finda, e cada um volta a seu princípio virando pó ou cinzas.
Por isso, ao olhar o inexorável calendário, vê-se que o que realmente interessa é o que vivemos agora, no momento atual de nossas vidas. O que vale mesmo, é tentar fazer o melhor possível para quando n~çao pudermos mais marcar um 'x' no calendário, possamos fechar os olhos em Paz.

sexta-feira, 1 de julho de 2011



Uma antologia em e-book para horas de lazer.
Acesse o link abaixo, estou nas páginas 62 e 63.

                                  http://www.bookess.com/read/8962-versos-luso-brasileiros-/

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011


«Le Grand Show Des Ecrivaines Bresilienne» é o título da antologia que será lançada no Salón de Livre de Paris, em 18 de março próximo. Faço parte dessa festa.

domingo, 13 de fevereiro de 2011


Fico feliz em saber
que por aí existem pessoas
 sendo felizes com o que eu
gostaria de ter sido.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O que mais daria prazer à uma vida,
se não a presença
 de quem se ama?

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Restos de Vida

O que mais mata, acho eu, é a indiferença dada aos que já muito viveram, e que no final de seus dias oscilam seus ossos pelos cantos do esquecimento, onde a solidão os faz perder a dignidade e, muitas vezes, o respeito por si mesmos, e por isso morrem dentro de si, que é a morte mais cruel.

Restos de vida

Observando uma flor,
E a beleza de sua cor,
o pensamento me levou,
em caminho que chegou
a lugares onde,
na maioria das vezes,
só se vê de longe
o mundo cá de fora,
que para eles,
embora,
já há muito deixou de existir,
pois só resta o ir.
Asilos, indiferentes,
Orfanatos, esquecidos,
Abrigos, decadentes,
Sem amigos,
Sem amores,
Sem favores.
Pessoas não mais queridas,
São apenas restos de vidas.

domingo, 10 de outubro de 2010


Queimada no Parque Nacional de Brasília


O mundo pode não ser tudo aquilo que gostaríamos que fosse,
Mas nós podemos ser tudo aquilo que ele espera de nós.


Após ler o livro da Escritora Alice Luconi Nassif, onde os contos entremeados de poesia e filosofia me encantaram, senti a necessidade de recomendá-lo às pessoas que gostam de uma leitura onde a vida é contada de forma fluída, elegante e agradável.

Alice diz: "São contos atraentes e curiosos que falam do amor, do riso, da felicidade, mas também refletem sobre a dor, o medo, as tragédias...Retratam o cotidiano humano na nossa sociedade moderna."

E assim o é.

domingo, 5 de setembro de 2010

(Foto do wwf.panda)


Trágicos traços

O pulmão do mundo está com câncer,
Doença trágica,
Que como por mágica
Foi trazida por seres doentes,
Doentes de ganância,
também um terrível mal,
E antes que este mal avance,
Alguém tem que pensar diferente,
Abrindo mais sua mente,
Para não haver um colapso total.
Não vamos ficar sentados,
Olhando o que se passa,
Esperando que outro faça.
Vamos lutar,
Vamos ao menos tentar,
Coibir esse hediondo crime,
Não vamos deixar crescer
Essa doença terrível,
Pois não há nada mais temível,
Que a Amazônia morrer.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Existe um poder que se chama vontade. Com ele tudo podemos.