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sábado, 21 de setembro de 2013





Nos caminhos onde andamos
Somos nós que fazemos
As encruzilhadas se encontrarem

sexta-feira, 21 de junho de 2013

                                            
    São escolhas da vida
Os caminhos que escolhemos
 Mas elas nos dão o direito 
de voltar mais tarde, 
com outro olhar do mundo, 
quem sabe com mais força 
para dar aos que ficaram
Um significado mais profundo
De tudo que fora aprendemos.

quinta-feira, 6 de junho de 2013





Meio ambiente

Fazemos parte de um contexto onde a finalidade de uns pode prejudicar a de outros. Vemos as árvores serem cortadas para enriquecer uns poucos, deixando uma imensa ferida aberta no seio de nosso chão, onde a natureza levará muitos anos para repor o desfalque. Notamos que, poucas pessoas se preocupam com o que possa ficar no planeta para o futuro, que nessa ordem, poderá deixar de ser um planeta azul, para se tornar cinza.  Nada repõe uma floresta secular colocada abaixo por mãos incautas. De nada adianta o grito triste da juriti assustada com o tombar de seu ninho. Fica no olvido o correr cansado do caititu sem lar. As águas escasseiam, o solo seca, os galhos ficam sem folhas e os pássaros sem aconchego. Ficamos a olhar esse mundo verde ruir, pensando até quando a natureza suportará  tantos maus tratos.  Nas cidades,  o lixo entulha ruas e parques, e os que por ali transitam fingem ignorar o mal em que pisam. A poluição do ar pelo imenso fluxo de motores em combustão fica denso e irrespirável. Os rios citadinos assoberbados pela grande massa de sujeira em seus leitos, quase sem nada de vida em seu seio, carregam para o mar o veneno que lhe intumesce o âmago, onde se mistura com o que lá já existe. Florestas, águas doces e salgadas, saturadas pelo poder enorme do desleixo humano, que em seu viver destrói o que de melhor a natureza tem, choram sua própria morte.  Quem sabe um dia, o grito daqueles que se preocupam com a vida na Terra, seja ouvido pelos que se fazem de moucos, e ainda haja tempo de salvar a vida neste Planeta Azul.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Olhando apenas as flores, esquecemos que podemos pisar em espinhos e abrolhos. Vale a pena olhar por onde se anda e o que se faz.
A vida não perdoa.

sábado, 19 de maio de 2012

Calendário

Um dia tomei uma decisão: marcar no calendário um x para cada dia que se iniciava.Coisa um tanto sem nexo, eu sei. Mas, a partir daí, vi o quanto estava passando depressa o tempo de minha vida. O calendário é a marcação inexorável do que vai ficando no passado.
Que dia é hoje?
É mais um dia que vai passar igual aos que se foram, não importa o que se possa inserir nele de bom ou de mau. Não importa se fomos felizes ou passamos por maus pedaços, se colocamos no cofre da vida uma esmeralda de boas ações ou tijolos de imcompreensão. Ele passará. E com ele seguirá um pouco de nossa história, quer seja construtiva ou não.
De que vale conquistar mundos como Alexandre, defender direitos como Gandhi, tentar melhorar os homens como João XXIII. De que adianta uma midia poderosa que constrói ou destrói mundos de pessoas em minutos. De que vale internet, telefone, máquinas infernais que nos levam a estar presentes ao mesmo tempo em todo o planeta.
De que vale isso tudo, se daqui a pouco o calendário finda, e cada um volta a seu princípio virando pó ou cinzas.
Por isso, ao olhar o inexorável calendário, vê-se que o que realmente interessa é o que vivemos agora, no momento atual de nossas vidas. O que vale mesmo, é tentar fazer o melhor possível para quando não pudermos mais marcar um 'x' no calendário, possamos fechar os olhos em Paz.

sexta-feira, 1 de julho de 2011



Uma antologia em e-book para horas de lazer.
Acesse o link abaixo, estou nas páginas 62 e 63.

                                  http://www.bookess.com/read/8962-versos-luso-brasileiros-/