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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Restos de Vida

O que mais mata, acho eu, é a indiferença dada aos que já muito viveram, e que no final de seus dias oscilam seus ossos pelos cantos do esquecimento, onde a solidão os faz perder a dignidade e, muitas vezes, o respeito por si mesmos, e por isso morrem dentro de si, que é a morte mais cruel.

Restos de vida

Observando uma flor,
E a beleza de sua cor,
o pensamento me levou,
em caminho que chegou
a lugares onde,
na maioria das vezes,
só se vê de longe
o mundo cá de fora,
que para eles,
embora,
já há muito deixou de existir,
pois só resta o ir.
Asilos, indiferentes,
Orfanatos, esquecidos,
Abrigos, decadentes,
Sem amigos,
Sem amores,
Sem favores.
Pessoas não mais queridas,
São apenas restos de vidas.

domingo, 10 de outubro de 2010


Queimada no Parque Nacional de Brasília


O mundo pode não ser tudo aquilo que gostaríamos que fosse,
Mas nós podemos ser tudo aquilo que ele espera de nós.


Após ler o livro da Escritora Alice Luconi Nassif, onde os contos entremeados de poesia e filosofia me encantaram, senti a necessidade de recomendá-lo às pessoas que gostam de uma leitura onde a vida é contada de forma fluída, elegante e agradável.

Alice diz: "São contos atraentes e curiosos que falam do amor, do riso, da felicidade, mas também refletem sobre a dor, o medo, as tragédias...Retratam o cotidiano humano na nossa sociedade moderna."

E assim o é.

domingo, 5 de setembro de 2010

(Foto do wwf.panda)


Trágicos traços

O pulmão do mundo está com câncer,
Doença trágica,
Que como por mágica
Foi trazida por seres doentes,
Doentes de ganância,
também um terrível mal,
E antes que este mal avance,
Alguém tem que pensar diferente,
Abrindo mais sua mente,
Para não haver um colapso total.
Não vamos ficar sentados,
Olhando o que se passa,
Esperando que outro faça.
Vamos lutar,
Vamos ao menos tentar,
Coibir esse hediondo crime,
Não vamos deixar crescer
Essa doença terrível,
Pois não há nada mais temível,
Que a Amazônia morrer.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

sábado, 24 de julho de 2010

A nova Era e a Natureza

Para esta nova era
É prioridade com certeza,
E o homem, responsável por ela,
E pela conservação da beleza,
Que se esvai a cada dia
Nas mãos dos que esquecem
De que a vida então seria
Mais bela se estivessem
Preservando a natureza.